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Rita Camata preside sessão da Câmara e lamenta falecimento de Dr. Pinotti |
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 Foto: Diógenis Santos
O falecimento do médico e deputado federal José Aristodemo Pinotti foi lamentado por Rita Camata na tribuna da Câmara, nesta quarta-feira (01/07), merecendo sua homenagem: "sou testemunha da contribuição de Pinotti a todas as bandeiras e agendas da igualdade de gênero", destacou, lembrando também sua defesa irrestrita da mulher e a sua luta pela saúde reprodutiva e pela prevenção da gravidez precoce, do câncer de útero e de mama".
A deputada Rita Camata presidiu sessão plenária na qual diversos parlamentares homenagearam a atuação de Dr. Pinotti. Segundo sua avaliação, "perdemos um grande homem, um profissional, um deputado, um secretário comprometido com a igualdade de gênero e com um sistema de saúde de qualidade, um professor aplicado, um médico primoroso, enfim, um homem de bem. Como sua colega de Câmara e companheira de tantas lutas, tive a honra e a felicidade de compartilhar de sua sabedoria, inegável e renovável fonte de aprendizagem".
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Câmara aprova redução da jornada máxima de trabalho |
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Uma importante medida para o trabalhador brasileiro foi conquistada, nesta terça-feira (30/06), com o voto da deputada Rita Camata. A comissão especial, que analisa a redução da jornada máxima de trabalho, de 44 para 40 horas semanais, aprovou, por unanimidade, o relatório favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231/95. A proposição, em tramitação há 14 anos no Congresso Nacional, também aumenta o valor da hora extra de 50% para 75%.
Foto: Salu Parente  "Posso afirmar que, desde a Constituinte, mantenho a coerência na luta pela valorização das trabalhadoras e dos trabalhadores brasileiros. E é com muito alegria que atesto que a partir de agora, cada vez mais, poderão participar da formação e do desenvolvimento de seus filhos", declarou Rita.
A deputada, que endossou o parecer apresentado pelo deputado Vicentinho e integrou a comissão especial, defende a redução como medida para gerar emprego e renda, aquecer a economia e agregar mais dignidade e qualidade de vida ao empregado brasileiro. Destacou ainda a importância de “homens e mulheres disporem de mais tempo para a família, além da necessidade de se dedicarem também à profissionalização".
A matéria será ainda votada pelo Plenário da Câmara.
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Rita e Comissão Tripartite debatem representação feminina com Michel Temer |
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 Foto: J. Batista O presidente da Câmara, Michel Temer, recebeu a deputada Rita Camata, nesta terça-feira (30/06), para discutir a reforma eleitoral e a representação da mulher no Parlamento. A deputada, acompanhada da Comissão Tripartite formada por integrantes da Câmara, Senado, Executivo e sociedade civil, entregou a Temer documento com sugestões à Lei 9.504/1997 e o apelo pela inclusão de dispositivos que permitam a ampliação da participação feminina na política.
“Queremos uma reforma eleitoral mais altiva, à altura do que a sociedade espera, com uma lei de cotas efetiva, financiamento público de campanhas e recursos do fundo partidário para a capacitação das mulheres. É lamentável que as mulheres, justamente a maioria da população e dos eleitores, ocupem apenas 9% dos assentos na Câmara, deixando o Brasil na vergonhosa 142ª colocação no ranking entre 188 países”, defendeu Rita.
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Deputada destaca injustiça tributária brasileira |
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Em discurso na tribuna, Rita Camata repercutiu recente estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), atestando o crônico quadro de desigualdade social em nosso país: quanto menor a renda do trabalhador brasileiro, mais tributos ele paga proporcionalmente ao que ganha. A deputada registrou que os 10% mais pobres do país gastam 33% do que recebem para pagar tributos, enquanto os mais ricos destinam 23%. Ou seja, os brasileiros trabalharam em média 132 dias 2008 somente para cumprir com as obrigações tributárias.
Pela pesquisa, os trabalhadores que recebem até dois salários mínimos trabalharam 197 dias no ano passado para pagar tributos ao governo, enquanto os que são remunerados com 30 ou mais mínimos dedicaram o equivalente a 106 dos seus dias para quitar os impostos, o que representa três meses a menos. Segundo essa lógica, o pagamento consumiu 53,9% da renda das famílias mais pobres enquanto onerou apenas 29% dos rendimentos dos mais abastados.
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